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O Representante de Comércio dos EUA (USTR) anunciou em 23 de abril que imporá tarifas de 10% a 12,5% sobre importações de 60 economias, citando preocupações com trabalho forçado sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. As novas tarifas substituem tarifas globais de importação que expiram e entram em vigor ao meio-dia (horário de Brasília) em 24 de abril. A medida cobre mais de 99% do volume de comércio dos EUA, de acordo com o USTR. Mercadorias já em trânsito enfrentarão as tarifas a partir de 12h01 (horário de Brasília) em 28 de julho. Isenções incluem combustível, alimentos, fertilizantes, produtos sob tarifas setoriais específicas (por exemplo, automóveis, metais, produtos farmacêuticos) e bens cobertos pelo USMCA. Autoridades dos EUA esclareceram que as novas tarifas não se acumularão com as tarifas existentes da Seção 232 sobre aço e alumínio. A medida pode aumentar os custos de uma ampla gama de bens importados, potencialmente alimentando a inflação e diminuindo o apetite ao risco nos mercados de criptomoedas, à medida que os traders avaliam os riscos de interrupção comercial.
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